Fonte: http://elisbsdias.blogspot.com/
Você gosta do seu trabalho? Gosta mesmo? Muito? É apaixonado pelo que faz? Faz seu trabalho com amor? Sabia que pode ser considerado um WORKLOVER?
O termo worklover surgiu após pesquisas que vêm sendo realizadas desde 1981 na Universidade de Brasília (UNB) sob a coordenação do Professor Wanderley Codo que é coordenador do Departamento de Psicologia Social da UNB. A base do estudo é a relação Trabalho Vs Prazer.
O estudo concluiu que existem pessoas que trabalham porque gostam o que é bem é diferente do WORKAHOLIC. Claro que muitos podem alegar que todos temos que trabalhar, precisamos de dinheiro, pagar nossas contas. O que está se tratando aqui, é algo que vai além do dinheiro, é puro prazer, satisfação mesmo com o que faz.
O termo workaholic tem origem norte americana e surgiu na década de 90 nos Estados Unidos e vem de alcoólatra (alcoholic) e significa alguém viciado em trabalho.
O workaholic é alguém que trabalha para fugir da sua própria vida e se vicia no trabalho. Se vicia porque outros aspectos de sua vida como família ou relacionamentos pessoais são fontes de angústia. A pessoa viciada em trabalho foge de uma realidade que não deseja enfrentar. Muitas vezes não tem amigos, namorado, ou se os tem não se relaciona de maneira satisfatória.
Para algumas pessoas trabalhar é muito prazeroso e vai muito além do salário. A realização profissional contribui com outros aspectos de sua vida, segundo o Professor Wanderley Codo ” Estar satisfeito com o que faz é uma das maneiras essenciais de um ser humano adulto ser saudável, já que o trabalho certamente tem influência sobre a saúde mental”.
Em funções altamente repetitivas onde o indivíduo não sabe o porque está fazendo aquele trabalho, a atividade gera sofrimento e angústia.
Me lembro de uma estória que é a maior expressão do que é dar significado ao seu trabalho por mais simples que seja.
Um senhor aproximou-se de uma construção e perguntou a um trabalhador: – O que você está fazendo? – estou colocando um tijolo em cima do outro, respondeu o rapaz. Descontente com a resposta, o senhor perguntou a outro: E você, o que está fazendo? Estou construindo uma parede, respondeu o segundo trabalhador. Ainda insatisfeito, o senhor perguntou a um terceiro operário: – E você o que está fazendo? – Ah, estamos construindo uma catedral, respondeu alegremente.
Para algumas profissões como artistas, professores, vendedores, entre outras, é mais fácil ver significado, pois a pessoa tem consciência do que faz, porque faz, e é mais comum os casos de worklovers, mas nada que impeça alguém de uma outra profissão não tão intelectualizada de ser apaixonada pelo que faz.
Ao escrever este post me lembrei de um caso brasileiro, o gari Renato Sorriso, que sempre aparece nos finais de desfile de Carnaval no Rio de Janeiro. Ele já foi convidado a falar sobre motivação em grandes empresas brasileiras, já participou de comerciais, esteve na Europa e diz com muito sorriso e satisfação, que ama o que faz e é muito feliz com sua profissão, um autêntico WORKLOVER.
E você ama o que faz?

Compare a diferença entre um Worklover e um Workaholic:
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Worklover X Workaholic
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É apaixonado pelo trabalho |
É viciado em trabalho.
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Está geralmente satisfeito com o trabalho e sabe lidar melhor com as dificuldades que aparecem.
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É motivado por natureza, mas não necessariamente está satisfeito com o trabalho.
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Se o trabalho vai mal,busca ajuda e soluções para os problemas.
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Se a vida profissional vai mal, sofre e descuida da saúde.
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Trabalha muitas horas por dia sem perceber o tempo passar, mas a satisfação se estende à vida pessoal. Tem equilíbrio.
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Trabalha muitas horas por dia e abandona a vida pessoal.Piora a situação porque foge dos problemas privados “internando-se” mais horas na empresa.
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Se está sobrecarregado, encontra maneiras de priorizar tarefas e abrir espaço na agenda para a vida pessoal.
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Se está sobrecarregado, se estressa e tende a se esforçar mais
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Sofre menos de stress,garantindo saúde mental e física por mais tempo.
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Apresenta mais stress e tem mais chances de sofrer doenças cardiovasculares. | |
Fontes: Wanderley Codo; psicólogo; Angelo Soares, sociólogo; Rosângela Casseano, psicóloga
meu marido a 8 anos se viciou completamente por seu trabalho ficando uma pessoa copletamente competitiva e abandonando sua vida social, pessoal, so se relacionando com seus colegas de trabalho e se alienando completamente da vida . chegando ao ponto de as vezes dormir no trabalho pra chegar cedo no dia seguinte, nao se relacionar com seus familiares evitar inclusive o contato sexual para que seu rendimento fisico nao fosse baixo no dia seguinte pois queria se sobresair como atleta e conseguir resultados passando pouquissimo tempo com sua familia se angustiando com qquer tipo de evento que nao fosse a respeito de seu trabalho.